quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

“Há males que vêm para o bem”

Quem nunca ouviu a mãe, avó ou qualquer parente dizendo o ditado acima? Quando eu era criança, questionava a veracidade dessa frase. Porém, alguns fatos recentes me fizeram ver que isso é uma das coisas mais certas que existem.


Tomar decisões geralmente não é fácil. Tomar decisões que podem mudar o rumo dos seus planos, então, é algo que deve ser pensado com muita cautela. Eu falo de se privar de algo importante por um tempo, para que depois você possa ser recompensado por isso. É um mal necessário para que algo melhor aconteça depois.

O medo nos faz pensar se vale a pena; a razão nos afirma que vai valer, sim. E a nossa vontade, o que nos diz? Ah, essa vontade de querer que tudo se ajeite num piscar de olhos, para que não seja preciso abrir mão de nada que gostamos. Infelizmente não é bem assim.

Poucas pessoas entendem o quão ruim é estar nessa situação, tendo dois caminhos a escolher e mesmo sabendo que o mais complicado renderá bons frutos adiante, pensando se conseguirá aguentar largar algo importante pelo caminho. A razão, mais uma vez insiste que sim.

É necessário tomar uma atitude agora. Já sei o que farei e não vou me arrepender. Mas eu realmente espero que o futuro compense o tempo “perdido” por estes dias. E não vou derramar uma lágrima sequer, a menos que seja de alegria por ter feito a coisa certa.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Aprenda a encarar seus medos.

Essa noite eu tive um sonho diferente, esquisito. Sonhei que estava na minha antiga escola, e lá estavam algumas pessoas, verdadeiros demônios, que tentaram destruir minha auto-estima e a criança cheia de sonhos que eu era quando comecei a estudar lá. Nunca paro para pensar nos sonhos que tenho, mas hoje foi diferente.


No sonho, tudo era exatamente como era há três ou quatro anos. Eu ali, encarando as pessoas que tentaram de tudo para me ver no fundo do poço, e então senti como se a liberdade gritasse dentro do meu peito. Gritei junto com ela. Lembrei de tudo o que passei, os momentos em que eu fingia não ligar, mas desabava ao chegar em casa. Lembrei de quanta dor suportei, até um dia não aguentar mais e extravasar, na sala de aula, na frente de tudo e de todos.

Demorei alguns anos, guardando todo aquele sentimento ruim dentro de mim, mas fui criando coragem e força, e quando tudo chegou ao limite, encarei os demônios que frequentavam a mesma sala de aula que eu. E digo, com orgulho, que venci. Hoje eu percebo que, talvez até tenha sido necessário passar por isso, para ser quem sou atualmente.

Cresci, amadureci, mudei. Apesar de tudo, aprendi a perdoar. Claro, foi preciso alguns anos para “deixar para lá”, mas eram atitude infantis (de gente que continua infantil até hoje, para falar a verdade) e não vale a pena guardar rancor dessas pessoas que não vejo mais.

Esse sonho me fez refletir sobre a minha vida, sobre o que passei para chegar até aqui. Acho que eu estava precisando mesmo disso.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

When you feel homesick...


 Nos últimos dias aconteceram fatos que me levaram de volta aos anos que já se foram. Encontrei velhos amigos que jamais pensei ver outra vez. Fotos dos tempos de outrora mostram um “eu” que mudou, e mudou bastante ao longo dos anos. Apesar de tudo, é bom olhar para trás de vez em quando.

Uma música me leva de volta ao ano passado. Uma foto de alguém querido que já não vive mais nesse mundo me remete aos bons dias de minha infância. Fotos de uma pessoa tão diferente por fora, mas tão igual por dentro. É bom lembrar de certas coisas que não voltarão a acontecer.

Infância, ah doce infância! Correr, brincar, cair e se machucar. Tudo era mais fácil quando eu não tinha preocupações, não tinha que estudar e nem correr atrás de emprego. Uma criança de coração limpo, que não conhecia esse mundo dos adultos e queria logo crescer. Ah se eu soubesse o que me esperava nesse mundo de gente grande, não desejaria que o tempo passasse tão rápido quanto o fez...

Nesse monte de lembranças vindo à tona, não só as boas memórias aparecem. Antigos problemas também me vem à cabeça, mas já não me preocupam mais. Esses fantasmas do passado se foram, e para sempre. Me sinto feliz em saber que consegui dar a volta por cima.

Espero, em algum dia do futuro, rever tudo o que escrevi e lembrar dos dias bons que estou vivendo agora. A vida não é nenhum mar de rosas, claro, mas com o famoso “jeitinho brasileiro” tudo se resolve. Para o meu “eu” do futuro: espero que tudo dê certo para você, quanto está dando certo para mim!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Just change it 'cause you want it...

“... Not because you saw it.” (Just do It - Copacabana Club)

Há muito tempo eu não ouvia a música Just do It, da banda brasileira Copacabana Club - que ouvi pela primeira vez em 2008 ou 2009 - mas, esses dias estava passando os canais na tv e ela estava tocando com a tradução junto. Logo que a música foi lançada, meu inglês não era tão bom pra entender tudo logo de cara, e também não me interessei em procurar a tradução dela. Mas, quando vi a tradução há alguns dias, achei excelente.



O que isso tem a ver com o post? Bom, a frase acima é clara: Mude porque você quer, e não porque você viu. Sentiram a diferença? Muitas pessoas mudam o cabelo, o estilo, as amizades por causa da moda. E depois que a moda passa e surge outra em seu lugar, acontece tudo outra vez. Chega uma hora em que isso cansa.

A música serve como um conselho para essas pessoas, você pode fazer e mudar tudo, desde que seja por sua própria vontade, e não porque é a moda. Muita gente, principalmente adolescentes e pré-adolescentes querem ser aceitos a todo custo, e fazem de tudo para isso. Se tiverem que fazer coisas que odeiam e ir contra as coisas que acham certo, fazem porque “é a moda”. E a originalidade, fica aonde?

Há algum tempo, a moda era usar roupas pretas, e quem usasse uma roupa colorida ou pintasse o cabelo com uma cor diferente - como azul, verde ou laranja - era excluído por ser diferente. Hoje em dia é o contrário, se você não usa uma roupa colorida e tem um cabelo normal, você é “careta”. Desculpa, mas não consigo ver a graça disso.

Deixo aqui o clipe da música para quem quiser assistir. Independente de gênero ou estilo, o que importa é a letra da música, que é ótima, na minha opinião.



Créditos da foto: Weheartit.com

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Aquela velha mania de deixar tudo pra depois...

ENEM, vestibular, concursos, trabalhos, TCC's e etc. O que tudo isso tem em comum? Um prazo final, seja de inscrição ou de entrega. E sempre tem gente que deixa tudo para o último dia, para a última hora - literalmente.


Eu juro que não consigo entender esse tipo de gente, sério. Você teve semanas, meses para fazer algo, mas vai adiando por pura preguiça, na maioria das vezes, e “aos 45 do segundo tempo” você corre atrás de tudo como se estivesse perto da morte. Aí você se estressa, pede ajuda a todos que conhece, e se algo dá errado, a culpa é do universo inteiro, menos sua. Mas quem deixou tudo pro último dia foi você, acorda pra vida!

E sabe qual é a pior coisa disso tudo? Sempre vai ter alguém que vai pedir algo pra você resolver pra ontem, como se você fosse Deus. E você é praticamente obrigado a ajudar, em nome da amizade, ou por ser alguém da sua família. Por mais que você esteja morrendo de vontade de mandar a pessoa ir pro inferno e se virar sozinha, você precisa ajudar. E acaba correndo atrás de tudo pra tal pessoa, que te agradece com um sorriso amarelo, dizendo que isso não vai acontecer outra vez - mas sempre acontece.

Não sei se eu sou metódica e pontual demais, mas quando tenho um compromisso para tal dia, começo a ajeitar as coisas para deixar tudo pronto logo, para me livrar dessa correria e desse estresse desnecessários. Poxa, é tão difícil para algumas pessoas ser assim também? Ia facilitar a vida de um monte de gente que não tem nada a ver com sua irresponsabilidade.

Será que algum dia essas pessoas aprenderão a fazer as coisas quando ainda é tempo ou continuarão assim até algo realmente grave acontecer por culpa de seus atrasos e sua mania de deixar tudo para o último momento?

Créditos da foto: Weheartit.com

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

What the hell is going on?

Ultimamente tenho me deparado com pessoas cansadas da vida que levam, da casa que têm, da família, dos amigos, cansadas de tudo. Pessoas que eu conheço, com quem eu convivo. E isso me preocupa... O que está acontecendo?


Sei que não sou psicóloga nem nada do tipo, não tento analisar e nem julgar ninguém, mas realmente me sinto desconfortável quando vejo tais pessoas dizendo que fazer isso ou aquilo já não faz mais diferença em suas vidas. Perder a vontade de fazer coisas que, até algum tempo atrás, você adorava, não é normal. Não é só mais uma reclamação. É diferente. E eu não sei explicar por quê.

Me sinto ruim, de mãos amarradas, pois quero fazer algo para mudar isso, quero ajudar de alguma maneira, mas não sei como fazê-lo. Conselhos não são a melhor opção, não sei o que dizer justamente por não saber o que se passa na cabeça dessas pessoas. Tenho medo de dizer algo que possa magoar, piorar esse sentimento ruim que tomou conta de seus corações.

Eu realmente gostaria de saber o que está acontecendo ultimamente, por que várias pessoas estão perdendo, aos poucos, a vontade de viver. Enquanto isso, tento ajudar as pessoas que gosto da melhor maneira que consigo, nem que seja apenas com um abraço.

A vida nos dias de hoje não está fácil pra ninguém, não podemos negar. Mas desistir e entregar os pontos também não ajuda. Erguer a cabeça e manter seus objetivos fixos é importante para que o mundo não destrua quem nós realmente somos.

Créditos da foto: Weheartit.com

sábado, 22 de outubro de 2011

Those who do not appreciate life...

“... Do not deserve life.” - John Kramer (Jigsaw)


Quando eu vi o filme SAW II (Jogos Mortais II) pela primeira vez, essa frase me chamou a atenção. Não sou uma psicopata à la Jigsaw, mas concordo plenamente com ele. Para quem acredita em destino e/ou Deus, nós nascemos com um objetivo, uma missão nessa vida. E várias pessoas estragam tudo, indo para caminhos como as drogas, cometendo crimes e etc. O objetivo dos jogos de Jigsaw é “simples”: fazer as pessoas entenderem que estão arruinando suas vidas ao fazer coisas erradas.

Creio que a frase que dá título ao post é uma das melhores que já li, pois é completamente verdadeira. Nascemos com um propósito e se você estraga a sua vida em vez de fazer o que é certo, você não merece viver. Claro que ninguém precisa de um Jigsaw montando armadilhas na vida real para mostrar isso ao mundo.

Um monte de gente pode dizer “Ah, mas é só um filme de terror e blábláblá”, mas a mensagem que ele passa deveria abrir a consciência de todos, que apesar de todos os problemas, só temos uma vida, uma chance de fazer as coisas certas. Pena que várias pessoas só se dão conta disso quando é tarde demais.

Eu gostaria que as pessoas percebessem o quanto a vida é preciosa demais para perder tempo cometendo crimes, usando drogas e etc. Nascer em um lugar menos favorecido do que alguns não é desculpa para se jogar nesse mundo que só tem dois destinos finais: cadeia ou cemitério. Se você quiser mudar a sua realidade e ter uma vida diferente, com força de vontade e esforço você consegue. As coisas não acontecem do dia para a noite, é preciso ter paciência, que um dia sua recompensa chegará.

Créditos da foto: Weheartit.com

sábado, 15 de outubro de 2011

Feliz dia do Professor!

Acho que todos aqui sabem que hoje, dia 15 de outubro, é o dia do Professor no Brasil. Eu sempre achei esta data especial, não pelo fato de não ter aula, mas sim porque tenho um exemplo em casa: minha mãe é professora de alfabetização - na minha opinião, o mais importante professor, pois é quem nos ensina a ler e escrever.


 Desde criança, aprendi a respeitar os professores, pois qualquer outra profissão no mundo, é consequência do aprendizado que eles passam às crianças. Desde um médico, um advogado, até o caixa do mercado da esquina, todos, algum dia, estiveram numa sala de aula. Para um professor, é um orgulho ver que aquela criança que ele ensinou há anos, se tornou um ótimo e respeitável profissional.

Muitos adolescentes não gostam de seus professores, e isso é normal, mas têm aqueles que exageram, e como já foi mostrado nos jornais, batem, machucam, às vezes até levam facas e canivetes para a escola, para ferirem ainda mais os seus mestres. E o pior de tudo é que tem gente que defende esses marginais mirins! Isso é um absurdo! Porque um professor não pode segurar o aluno mal educado pelo braço, mas o aluno que se acha o dono do mundo, pode espancar o professor porque “ah, ele é uma criança/adolescente e não sabe o que faz.” Ok, a gente finge que acredita, né?

É por essas e outras que eu realmente admiro quem escolheu essa profissão nos dias de hoje, porque precisa de muita coragem e muita paciência para aguentar gente mal educada e não poder nem chamar a atenção direito, além de receber um salário que não vale nem a metade de todo o trabalho que exercem. O professor deveria ser o profissional com o melhor salário deste país! Eu acredito que, somente quando investirem na educação pública, o Brasil vai começar a crescer de verdade.

A todos os professores desse Brasil, recém-formados, aposentados, apaixonados pela profissão: Parabéns pelo seu dia! Vocês transformam vidas! E aos meus professores (e ex-professores também), e em especial à minha mãe, meu maior exemplo: Muito obrigada por terem ensinado tudo o que sei hoje!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

I had the time of my life...

Hoje é um dia especial para mim. Há um ano realizei o meu maior sonho, depois de anos e anos de espera. No dia treze de outubro de 2010, tive a oportunidade de ver um show da minha banda preferida: o Green Day. Além disso, conheci pessoalmente vários de meus, até então, amigos virtuais.

“Green Day: We are not from California. Green Day: we are from Brazil. We, now, belong to you.” - Billie Joe Armstrong
Não consigo explicar a emoção que senti quando me dei conta de que, tudo o que sonhei desde minha pré-adolescência, era real e estava acontecendo ali, naquele exato momento. Cada ano de espera, cada hora na fila, embaixo de um sol quente, tudo valeu a pena durante aquelas quase 3 horas de show, desde os hits, até as músicas antigas.

Quando o Drunk Bunny apareceu, senti vontade de chorar. Quando começou a tocar Song Of The Century, meu coração disparou. Quando vi o Tré, o Mike e o Billie Joe entrando naquele palco, “caiu a ficha” que sim, eu estava na frente dos meus maiores ídolos, minhas maiores inspirações. Ver o Mike Dirnt na minha frente, a apenas alguns metros (eu e meu noivo estávamos na terceira fila) de mim é algo que jamais conseguirei explicar em palavras, porque ele quem me motivou a aprender a tocar baixo, para poder tocar as mesmas músicas que ele.

Cada vez que me recordo desse dia, me emociono, lembro dos meus amigos maravilhosos, que lembraram de mim quando minha música preferida - Jesus Of Suburbia - começou a tocar. Cada vez que o Billie gritava “Porrto Aleegre!” eu sentia um orgulho enorme de ser gaúcha, mesmo não sendo porto-alegrense. Quando ele segurou a bandeira do Brasil, pela primeira vez em toda a minha vida, senti orgulho de ser brasileira.

Sem dúvidas, esse dia ficará marcado para sempre na minha memória e, principalmente, no meu coração - por mais clichê que essa frase possa parecer. Estou ouvindo o áudio do show enquando escrevo esse post, e é melhor parar por aqui porque já estou começando a chorar - como sempre acontece quando ouço essas músicas.

TOP 3!

Eu só tenho duas palavras para finalizar esse post: muito obrigada! À minha família, meus amigos, e ao Green Day. Digo com toda a certeza que amo todos vocês!

sábado, 8 de outubro de 2011

Não perde quem desconfia...

“...Culpa da nossa tão odiosa natureza humana.” (Odiosa Natureza Humana)

O ser humano pode ter diversas faces. Existem, sim, muitas pessoas boas e que se preocupam com o próximo, mas posso dizer que mais da metade dos humanos, hoje em dia, se importam apenas com duas coisas (que estão interligadas): dinheiro e poder, deixando seus escrúpulos e dignidade para trás.


Infelizmente, é essa maioria quem governa praticamente tudo. Nós, pobres mortais, devemos obedecer, caso contrário, eles dão algum jeito de nos calar. E não estou me referindo a apenas um lugar, uma cidade, um país. É assim no mundo todo! E sempre foi. Desde que o dinheiro e as riquezas foram inventadas, houve essa separação, e o lado mais forte sempre venceu.

Para exemplificar isso, relembrem da história do nosso país: Os traficantes portugueses queriam levar o pau-brasil para a Europa, mas queriam uma mão de obra barata, e então compravam os índios que aqui viviam: eles cortavam a madeira e a levavam até os navios e, em troca, os portugueses pagavam os índios com espelhos, tecidos, contas coloridas e outras coisas que não valiam muito.

O que isso tem a ver com o título do post? Simples, no mundo de hoje, é difícil confiar em alguém que não seja da sua família ou do seu círculo de amigos (e olhe lá, pois acontecem tantos roubos, mortes e etc entre familiares...). Como dizem por aí “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”. Muitas pessoas caem no conto do “bilhete premiado” por confiarem em desconhecidos. E tais pessoas aproveitam da ingenuidade alheia.

Desconfiar dos desconhecidos nunca é demais, principalmente quando algo muito bom te é oferecido em troca. Aquelas pessoas que dizem que não confiam nem na própria sombra, estão certíssimas. E creio que, infelizmente, as coisas não irão mudar tão cedo. Mas como diz a música do Matanza, é tudo culpa da nossa tão odiosa natureza humana.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O Preço

“E agora eu pago meus pecados por ter acreditado que só se vive uma vez.” O Preço - Engenheiros do Hawaii

Até onde vai os “limites” do amor? Quando um relacionamento deixa de ser saudável para se tornar uma obsessão? Vidas que acabam em tragédias por culpa de uma cabeça fraca, que não sabe controlar um sentimento como esse tal de amor.


Há algumas semanas, uma jovem soldado da Brigada Militar (Para quem não sabe, nós, gaúchos chamamos de Brigada Militar, em vez Polícia Militar) da cidade de Passo Fundo (aqui no RS, cidade próxima à minha) desapareceu sem deixar rastros. Ontem encontraram seu corpo e, ao que tudo indica, ela se suicidou por causa do fim de um relacionamento. Maiores informações, aqui

Quando li essa notícia, comeci a pensar no que leva a uma pessoa a acabar com a sua vida, ou acabar com a vida da pessoa “amada” por causa do final de um relacionamento? Tantos e tantos casos que já ouvimos falar, quase todos com o mesmo final, e cometidos pelos mesmos motivos.

Ciúmes exagerados, proteção demais, dependência do parceiro... Quando as coisas chegam nesse ponto, é sinal de que algo não está bem. O medo exagerado de perder alguém que se gosta, amar demasiadamente - no sentido ruim - é algo extremamente prejudicial, porque em vez de trazer a pessoa para perto de si, cada vez mais a afasta, porque ninguém aguenta ficar preso 24 horas por dia a alguém, dando explicação de cada movimento que faz.

Acho que pessoas com comportamentos assim não estão prontas para assumir um relacionamento, pois independente da idade, não têm maturidade emocional para se envolverem com outra pessoa. Antes de qualquer coisa, as pessoas precisam aprender a amarem e respeitarem a si mesmas, e ter plena consciência que a vida não é um mar de rosas. Discussões sempre existem, brigar com alguém que se gosta não é o fim do mundo, e fazer uma tempestade num copo d'água só piora as coisas.

É preciso aprender a viver, controlar os dois lados da balança para tentar manter o máximo de equilíbrio possível. Aí, depois que você conseguir fazer isso consigo mesmo, arrisque-se a amar outra pessoa, mas sempre com o pé no chão e seja feliz!

Créditos da foto: Weheartit.com

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O tão temido vestibular.

Final de ano se aproximando, ENEM e provas de vestibular também. Todos que já passaram por essa fase se sentem aliviados, os que estão passando ou vão passar nos próximos anos, se sentem com medo e, algumas vezes, cheios de dúvidas.


Mesmo que pareça, o vestibular não é um bicho de sete cabeças. Para algumas pessoas é mais difícil, para outras nem tanto. Tudo depende. Depende do curso que você quer, da universidade, de como sua cabeça está no dia da prova. Não adianta ir fazer a prova nervoso (a), com aquele pensamento negativo de “eu não vou passar”, não! Por mais complicado que possa parecer, manter a calma é essencial.

Claro que tudo isso não se resume a apenas um dia. Escolher o curso é algo que deve ser pensado com muita, muita paciência. Afinal, será sua carreira, seu futuro profissional, então é bom pensar bastante, ver os prós e contras de cada curso, e ver com qual se identifica mais. Escolher algum curso por pressão da família, porque ganha mais, não é sinônimo de sucesso profissional. Uma pessoa que não suporta sangue faz Medicina apenas para agradar a família, ou então alguém que não entende nada de matemática faz Engenharia porque tem um salário bom... Não é bem assim que funciona.

Muitas pessoas começam a faculdade fazendo tal curso, depois de um semestre (ou mais) não se identificam e trancam. Então param tudo, pensam bem, botam os prós e contras na balança outra vez - e até conversam com psicólogos às vezes - e, finalmente, encontram o rumo certo. O que eu quero dizer com isso? Que nem sempre acertamos. Podemos pensar que tal profissão é exatamente o que queremos, mas com o passar do tempo, vemos como tudo realmente é, e não nos identificamos mais. É um direito nosso.

Então, se você estiver em dúvida sobre qual profissão escolher, antes de tudo, pense bem; converse com profissionais dessas áreas em que está em dúvida, converse com sua família e amigos. E se preciso for, converse com um psicólogo, pode ajudar bastante. No mais, boa sorte e seja feliz com sua escolha!

Créditos da foto: Weheartit.com

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Pessoas exageradamente “normais”

Nas últimas semanas, têm passado várias propagandas sobre novos programas em alguns canais da tv por assinatura, sobre desordens psicológicas das pessoas. Desde as compulsivas por emagrecer, os acumuladores compulsivos até as mães superprotetoras... E infelizmente, isso é cada vez mais comum nos dias de hoje.


Eu conheço pessoas que exageram, independente no quê e por quê. E aposto que você também conhece, mesmo que não tenha se dado conta disso. Gente que age por impulso, achando que está fazendo as coisas certo, quando na verdade, não está.

São vários problemas, mas a reação das pessoas é sempre a mesma: negar que possui tal desordem. “É besteira sua, eu sou absolutamente normal”. Desculpa, mas essa frase é o primeiro passo - declarado - de que você não é tão normal assim. Depois disso, a conversa não muda muito. “O quê? Psicológo? Eu não sou nenhuma louca para ir em psicólogo!”. Errou outra vez, porque psicólogo não é “coisa de louco”. Até conseguir convencer tal pessoa de seus exageros, é uma longa história.

Sobre a questão de mães (e pais!) superprotetoras, quem mais sofre são os filhos, principalmente as meninas. “Minha filha é meu bebê. Eu não vou deixar ela sair sozinha na rua, ela não sabe se proteger!”. As mães repitem isso sempre, mesmo que a garota em questão já esteja quase se formando. E conforme o tempo passa e os filhos crescem, isso gera brigas - afinal, qualquer jovem que saiba se defender não quer ser monitorado 24 horas por dia, porque jovens querem privacidade e blábláblá - e as mães não entendem, não concordam, se magoam, dizendo que só querem o melhor para seus filhos. Não discordo delas, afinal, que pai ou mãe no mundo vai desejar mal para um filho? Mas a questão não é essa, o problema é que elas não dão liberdade para os filhos aprenderem a “andar com as próprias pernas”, como dizem por aí.

Nada muda da noite para o dia, não é fácil para ninguém aceitar que o modo como age não é “normal”, mas continuar assim, piorando cada vez mais, sem aceitar ajuda de ninguém, acaba por afastar as pessoas que você ama. E isso é milhões de vezes pior.

Créditos da foto: weheartit.com

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Falsos gaúchos.

Mais uma semana farroupilha acontece no Rio Grande do Sul. Mais um 20 de setembro se aproxima. Milhares de pessoas vestem suas pilchas, dizendo-se orgulhar de serem gaúchos. Qual o problema disso? O problema é que mais da metade dessas pessoas só fingem orgulharem-se de sua terra nesse momento do ano.


Todo o Brasil sabe o quanto os gaúchos amam sua terra e a defendem com unhas e dentes. Mas, infelizmente existem pessoas que fingem demonstrar todo esse amor, somente no mês de setembro, passando o resto do ano sem tomar um chimarrão sequer. Claro que entendo que as mulheres não vão andar por aí com enormes vestidos de prenda durante o ano todo, por exemplo, mas não custa nada seguir a tradição que nos acompanha há anos.

Acho que isso se deve ao fato de muitas famílias desestruturadas, que não passam essa tradição aos seus filhos. Então, já crescidos, eles apenas participam de todas as festividades farroupilhas apenas para não ficarem excluídos, e ficam felizes por ter um feriado a mais (porque não precisam trabalhar, claro), mas não compreendem a real importância que a data tem. Desculpa a sinceridade, mas na minha opinião, essas pessoas não merecem ser chamadas de gaúchos.

Quem é gaúcho “de verdade” e sente orgulho de demonstrar esse amor, não só durante a semana farroupilha, mas durante o ano todo, durante sua vida toda - assim como eu - fica irritado com a atitude desse tipo de gente. As pessoas que não são do Sul podem não entender, achar que é frescura, mas não. É questão de amor, de tradição, e só quem sente isso no sangue consegue entender o que estou falando.

Mesmo duvidando que as coisas mudem ao longo do tempo, eu realmente espero que tudo isso mude algum dia. Espero que todo e qualquer gaúcho saiba dar a devida importância à terra que os acolheu. E mesmo sendo 16 de setembro, já desejo adiantado um Feliz Dia do Gaúcho! (àqueles que merecem)

Créditos da foto: Weheartit.com

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Um dia me disseram...

“... Que as nuvens não eram de algodão. Um dia me disseram que os ventos às vezes erram a direção.” (Somos Quem Podemos Ser - Engenheiros do Hawaii)

Crescer não é fácil, ninguém nunca disse que seria. Você erra, cai, levanta e aprende. Você descobre coisas que jamais pensamos que são como são - ah, a doce ingenuidade de uma criança. Completar a maioridade só é bom na teoria, porque na prática nada muda. Eu sei que todos dizem isso e a gente acaba não acreditando porque acha que conosco será diferente, mas não, é igual com todo mundo.


Os adolescentes reclamam de tudo: reclamam da escola, professores, provas, reclamam dos pais, reclamam da internet, reclamam da comida, das roupas, da moda, reclamam da vida de barriga cheia. E então, quando se formam, se deparam com a vida de um adulto e reclamam mais uma vez.

Enquanto os adolescentes reclamam, os jovens/adultos se preocupam com coisas sérias. Se preocupam em arrumar um emprego, em pagar a faculdade - que não é barata -, se preocupam em estudar bastante - é verdade que a faculdade é bem mais difícil que a escola -, se preocupam em entregar os trabalhos no tempo certo para o chefe. E muitos ainda se preocupam em como sustentar uma família ganhando um salário mínimo por mês.

Uma coisa normal do ser humano é não dar valor enquanto tem algo que é bom. Então, após perder este algo, ele se arrepende, vê que tinha tudo para aproveitar e ser feliz, mas perdeu seu tempo reclamando sem motivo. E agora que tem que correr atrás de tudo o que precisa - porque nesse mundo, ninguém corre atrás de nada por você. Se você quer, corra atrás com suas próprias pernas - reclama mais uma vez.

(E por mais que pareça, não, isso não foi uma reclamação. Foi um desabafo de alguém que está cansada de ver isso acontecer todo dia.)

Créditos da foto: Weheartit.com

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Fanatismo obsessivo


Música, séries de tv, filmes... O que esses projetos têm em comum? Fãs. Fãs que se esforçam, se orgulham, choram, sorriem, compram tudo o que tiver relação com os ídolos. Fãs que sacrificariam qualquer coisa por uma foto, um olhar, uma palavra trocada com seus ídolos. Este é o lado bonito da fama, mas há também o lado obscuro, dos fanáticos obsessivos.


Fanáticos obsessivos jamais admitem que são assim. Muitas vezes, se consideram apenas um fã como outro qualquer. Mas além de saber das influências, dia do aniversário e nome da esposa (ou marido) do ídolo, sabem – sem nem pensar – o nome dos pais, irmãos, animais de estimação. Se duvidar, sabem até a marca do creme dental que usam.

Esse comportamento não é normal, é doentio. Gente que não aceita uma brincadeira sequer com o seu “deus”. Comportam-se como se fossem parentes ou amigos íntimos do famoso. Se ele canta uma música num tom fora do normal, a pessoa briga, xinga, fala “Fulano, você cantou errado por quê? Você deve cantar assim e assim.” – mesmo que o tal ídolo nem saiba da sua existência.

Eu já tentei entender por que essas pessoas agem assim. Não entendo que mal há em fazer uma brincadeirinha boba sobre tal famoso. Eu sou fã de Green Day, mas muitas vezes fiz brincadeiras sobre eles com meus amigos, e não morri por causa disso. Isso é saudável, aceitar que eles são humanos como nós. Eles também têm contas para pagar, têm problemas na família, exatamente como nós.   

Você pode me dizer:“Isso é falta do que fazer.” Talvez seja – estudar, trabalhar e ter uma vida não mata ninguém. Mas isso realmente é um distúrbio, uma doença. Não é normal alguém se comportar como se fizesse parte da vida - ou como se fosse o próprio artista - e não aceitar que é apenas mais um fã, como milhares, milhões, ao redor do mundo.

Esses “fãs” referem-se ao ídolo como “meu”. Acordem pra vida, vocês não são donos de ninguém, nem do próprio nariz! Se o cara da banda que você gosta usou tal droga, bateu o carro, matou alguém... Isso é problema dele e da família dele! Você não tem que escrever cartas e cartas dizendo o que ele deve ou não fazer, porque ele não está nem aí para isso! 

Por favor, fanáticos obsessivos, parem de paranóia (porque seu ídolo não sabe que você existe e você não é amiga (o) /namorada (o) ou qualquer coisa dele!) e procurem um psicólogo com urgência. Obrigada.

Foto: Weheartit.com

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O valor de uma amizade.


No mundo, existem dois tipos de pessoas: aquelas que são seus amigos por interesse, que só estão ao seu lado quando algo lhes convém; e aquelas pessoas que estão ao seu lado independente da situação, aqueles em que você pode confiar de olhos fechados. Esse segundo grupo são quem realmente deve-se chamar de “amigos”.


Mesmo que muitas pessoas digam que amizade virtual não é amizade de verdade, eu discordo. Encontrei pessoas muito confiáveis através da internet – mais confiáveis até do que pessoas que conheço pessoalmente. Já fui criticada e ridicularizada por confiar em alguém que encontrei apenas uma vez – ou ainda nem tive a chance de ver frente a frente. Mas eu não me importo com a opinião dos outros, eu sei quem me apóia de verdade e quem só quer se aproveitar.

Alguns dos meus amigos “virtuais” conheço há anos, e conforme o tempo passa, a distância não nos afasta, muito pelo contrário, só faz a nossa amizade crescer. Ano passado, no show do Green Day, tive a chance de conhecer alguns destes amigos e foi uma sensação ótima poder estar ali, juntos, realizando nosso maior sonho.

Nos últimos dias, aconteceram algumas coisas que só me fizeram ver que fiz a escolha certa. Posso ter amigos que moram do outro lado do país – literalmente – mas sei que eles estão dispostos a me ajudar, da mesma maneira que eu estou disposta a ajudá-los, independente da situação. Não há dinheiro no mundo que pague uma amizade assim.

Quero que saibam, que agradeço do fundo do meu coração por ter vocês como amigos. Mil anos podem passar, mas nossa amizade jamais acabará. Muito obrigada por tudo! (Não preciso citar nomes, as pessoas sabem que estou falando delas.)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Acaso ou Destino?

Durante a nossa vida, muitas coisas acontecem, e tantas outras deixam de acontecer. O tempo passa e às vezes esquecemos de tais fatos, afinal devemos seguir adiante e o que passou, passou... Mas algo sempre me faz pensar: por que assim, e não de outro jeito?


Já passei por várias situações que me fizeram pensar: Por quê? Por que aconteceu? Por que não aconteceu? Ficava meses me questionando e tentando entender tudo, porém sem nada compreender. Mas depois de algum tempo, aconteceram coisas que jamais aconteceriam se tais fatos tivessem se realizado no passado. E então as coisas começaram a fazer sentido.

Anos passam e a situação sempre se repete. Chances impossíveis de serem aproveitadas da maneira correta, e a frustração toma o lugar da razão. Sinto-me de mãos amarradas, sem controle, sinto-me inútil. Cada noite antes de dormir penso “Por que isso? Por que comigo? Por que outra vez?”. Então resolvo deixar para lá, ficar pensando na oportunidade perdida não vai trazê-la de volta. “Ok, não deu certo. Paciência.” O tempo passa e então outra oportunidade surge, e posso aproveitá-la como devo. Sinto-me aliviada por ter conseguido e finalmente entendo por que a outra chance não funcionou. Não era para ser.

Nem tudo é como esperamos, por alguma razão ou motivo. Algumas coisas acontecem porque precisam acontecer, e outras não se concretizam porque não era o momento ou lugar certo. Podemos não compreender mas, no final, tudo se encaixa.

Acaso ou destino? Não sei. Acho que, por mais complexo que seja, isso poderia ser resumido em apenas uma palavra: vida. Afinal, a vida é complexamente simples, e simplesmente complexa.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Um novo vício: The Sims no Facebook!

Quem nunca jogou The Sims, que atire a primeira pedra. Ok, você nunca jogou The Sims? Agora você pode - se tiver um perfil no Facebook, porque um de seus mais novos aplicativos é o The Sims Social!


Além de tudo o que já conhecemos no The Sims “tradicional”, o The Sims Social agora tem interação com seus amigos - que se tornam seus vizinhos. Você começa o jogo com uma casa e móveis básicos, mas pode comprar, reformar e decorar tudo com o dinheiro - simoleons - que se adquire ao longo do jogo.

Eu sempre gostei de The Sims, apesar de nunca ter instalado o jogo em meu computador. Há algum tempo eu tenho ele no meu celular e jogo de vez em quando, mas jogos e bateria de celular não combinam muito, então nunca joguei por um longo tempo.

Quando foi anunciado que o The Sims faria parte dos jogos do Facebook, fiquei realmente feliz - sem dúvida é bem melhor do que jogar no celular. Comecei a jogar há uns dois dias e já estou completamente viciada, confesso.

Você que ainda não está jogando The Sims Social, está esperando o quê? Corre lá pro Facebook e se divirta com um dos melhores jogos dos últimos tempos!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Dia dos Pais

Antes de tudo, eu sei que o Dia dos Pais já passou, mas o que vale é a intenção.

Não se sabe ao certo sua origem, algumas histórias dizem que há mais de quatro mil anos, na Babilônia, um jovem teria moldado um cartão em argila desejando sorte, saúde e longa vida ao seu pai. Outros dizem que em 1909, nos Estados Unidos, uma jovem teve a ideia de celebrar o Dia dos Pais após ouvir um discurso dedicado às mães. Independente da origem, a intenção é a mesma do Dia das Mães: Homenagear e agradecer àqueles que nos deram a vida. A data não é celebrada no mesmo dia em muitos países, por diversos motivos. No Brasil, comemora-se sempre no segundo domingo de Agosto.


Apesar de ter se tornado uma data comercial, com vitrines, luzes e milhares de promoções, não devemos esquecer da importância que nossos pais têm em nossa vida (assim como as mães também, óbvio. Aliás, irei me referir aos dois desta forma). Devemos agradecer todo dia por termos alguém que tome conta de nós, alguém que se preocupa conosco.

O pai não é só aquele cara que nos ensina a jogar futebol ou andar de bicicleta. Pai é aquele que nos leva ao hospital de madrugada, preocupado, ainda de pijamas. Pai é aquele homem que tem a esposa como rainha e a filha como princesa (Pode até soar clichê, mas para todo homem, sua filha será sempre a sua princesa, mesmo que ela já seja uma mulher). Ser um pai de verdade é trabalhar o dia todo, chegar em casa cansado, e ainda assim brincar com seu filho com um sorriso no rosto.

Como meu professor disse esses dias na faculdade, devemos valorizar muito tanto o pai quanto a mãe, porque se fosse por eles, não estaríamos aqui. Eles mudaram sua vida por nós, e o amor que sentem por nós (e que nós sentimos por eles) será eterno. Apesar de tudo o que passarmos, eles sempre estarão lá por nós.

Pais e filhos podem até brigar, discutir e discordar várias vezes. Mas isso faz parte da vida, é impossível viver em completa harmonia com alguém. Um dia você irá olhar para trás e rir de tudo o que passou. E seu pai estará lá com você, rindo junto.

Para o meu pai: Obrigada por tudo e por nada. Obrigada por rir, por chorar. Obrigada por me ensinar a andar de bicicleta, a cozinhar, dirigir, entre tantas outras coisas. Obrigada pelo abraço de todo dia. Obrigada por me amar assim como eu te amo! ♥

Fontes: Wikipedia e Portal da Família.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Sonhos.

Quando éramos criança, nos ensinaram a sonhar. Crescemos e continuamos sonhando. Alguns sonhos são simples, fáceis de serem realizados, alguns mais complexos, que dependem de várias coisas para acontecerem.


Quando se é criança, sonha-se em ser astronauta ou bailarina. Quando adolescente, sonha-se em encontrar a pessoa ideal - sonho este que às vezes permanece por muitos anos. Sonha-se também em encontrar o emprego ideal (sem esquecer da combinação: emprego ideal + salário bom). As meninas sonham com o casamento, aquele vestido branco, a igreja toda decorada e uma festa para milhares de convidados. Os meninos sonham em serem famosos jogadores de futebol, reconhecidos pelo mundo todo como “o novo Pelé”.

O tempo vai passando e algumas pessoas conseguem realizar seus sonhos. Na maioria das vezes, outros sonhos surgem no lugar dos sonhos realizados, e outras vezes as pessoas seguem com sua vida, sem grandes ambições, felizes por terem conseguido realizar seu objetivo, independente de qual seja.

Porém, algumas pessoas parecem ter esquecido o quanto sonhar faz bem. Vivem cada dia após o outro sem mudar nada, sem se esforçar para que nada aconteça. Elas sabem que ninguém, além delas, vai correr atrás do que desejam, mas mesmo assim se acomodam. “Deixe tudo como está, tenho medo de mudar minha vida” geralmente é o pensamento dessas pessoas. Elas sonham em ganhar na loteria, mas não saem de casa para jogar. Elas sonham em conseguir um ótimo emprego, mas não estudam, não se especializam, e se contentam com o emprego no mercadinho perto de casa.

Não desistam dos seus sonhos, por mais que pareçam serem impossíveis de realizar. Se não acontecer agora, uma certa hora acontecerá. Tudo acontece na hora em que precisa acontecer, nem antes, nem depois. Tenha esperança, acredite, confie. Quando você menos esperar, terá nas mãos a chance de realizar o seu maior sonho.

sábado, 6 de agosto de 2011

Brasil, um país de todos... Será?

Verdade seja dita, hoje em dia, se você tiver dinheiro, você tem o mundo aos seus pés... Se você não tem dinheiro, você é excluído do planeta.

Acho que esse slogan ficaria melhor do que o original...
Você já parou para pensar como as coisas são hoje em dia? Se você tem dinheiro, todas as portas são abertas para você. Se você não tem, você fica praticamente com as mãos amarradas. E o que mais me dá raiva nisso tudo, é que todo mundo sabe que o Brasil é um dos países que mais coleta impostos no mundo e não dá a devida importância às classes baixas!

Os políticos pegam todo o nosso dinheiro para aumentar suas contas bancárias, enquanto nós, pobres mortais, temos um péssimo sistema de saúde, uma educação pública precária e várias outras coisas. Claro, para eles é muito mais fácil enriquecer cada vez mais, e as pessoas que morram de fome.

Sem contar que o governo investe milhões todo ano naquela porcaria chamada Carnaval! Isso me tira do sério, enquanto tem gente morrendo de fome, eles gastam dinheiro em algo totalmente inútil, para desfilar uma noite e depois jogar tudo fora. E todo ano é a mesma coisa!

E o pior de tudo são os preços das faculdades particulares. Se você quiser fazer algum curso mais caro do que tem condições, você tem que correr atrás de n coisas para conseguir o ProUni, ou Fies ou o que quer que seja. Se você der sorte, consegue. Isso quando não tem gente milionária com bolsas integrais do ProUni, sem precisar pagar um centavo sequer durante anos de faculdade. Essas fraudes já apareceram nos jornais, mas pensa que algo foi feito a respeito? É claro que não.

Mais uma coisa que me dá raiva sobre tudo isso: A culpa é das pessoas. Porque quem escolhe os governantes são elas. Mas em vez de votar certo e mudar tudo, não, as pessoas preferem se vender, trocam votos em troca de favores, dinheiro, comida. E tudo continua como está. Há uns 20 anos, muita gente saiu nas ruas, fez barulho para ser ouvida e conseguir votar. E olha o que aconteceu! As mesmas pessoas (e muitas outras) que saíram nas ruas, hoje reclamam da situação que o país se encontra, mas não fazem nada para mudar isso. Reclamar e ficar sentado no sofá vendo tv é uma maravilha, né?

Muita gente ainda me pergunta por que não gosto do Brasil... Com todos esses fatos apresentados acima, preciso dizer mais alguma coisa?

A próxima eleição será a primeira em que votarei. E não me importam o quanto tentem me convencer em votar no candidato x ou y. Se eu quero ajudar a mudar tudo isso, começarei pelo voto, e as pessoas deveriam fazer o mesmo. Votarei em quem eu acho que merecerá - e olha que candidatos honestos hoje em dia são raros.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Vai fumar na PQP!

Desde sempre, não tem coisa que eu odeie mais do que gente que fuma perto de mim. Principalmente quando soltam aquela fumaça branca e horrível no meu rosto. Se você quer se matar (e gastar dinheiro à toa) com essa maldita fumaça, fique bem longe de mim!


Conheço várias pessoas que fumam, inclusive algumas (pouquíssimas - ainda bem) na minha família, mas mesmo assim não consigo me acostumar com esse maldito cheiro que o cigarro tem. É um cheiro impregnante, parece que não sai mais das roupas, cabelo, pele... Não é frescura, é só questão de higiene mesmo. Além disso, é uma questão de saúde.

Estudos já mostraram que fumantes passivos (aqueles que apenas respiram a fumaça de cigarro) têm a saúde prejudicada tanto quanto quem fuma. Ou seja, além da pessoa ferrar com a própria vida, acaba ferrando com a saúde das pessoas ao seu redor. Olha que legal isso, né? Não!

Podem me chamar de careta ou qualquer coisa, eu não ligo. Prefiro ser uma careta saudável do que ser uma pessoa “moderna” e morrer por causa de um vício idiota. Há várias outras coisas que eu posso gastar meu dinheiro, do que com um monte de lixo que será queimado. Se fosse assim, eu pegava o dinheiro e queimava, porque convenhamos que é quase a mesma coisa.

Enfim, não julgo ninguém, cada um sabe o que faz da vida, mas só peço uma coisa: Nunca mais fumem perto de mim. Grata.

Créditos da foto: Weheartit.com

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Clube dos 27

Kurt Cobain, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, e mais recentemente, Amy Winehouse... O que esses e outros artistas do mundo da música têm em comum? Se você respondeu que todos morreram aos 27 anos, você acertou.

“Integrantes” do Clube dos 27

Uma lenda para alguns, uma maldição para outros. Fato é que, há muito tempo o famoso “Clube dos 27” vêm agregando músicos conhecidos por suas vidas polêmicas, geralmente acompanhado do constante uso de drogas.

Segundo a história, o primeiro membro desse clube foi Robert Johnson, que morreu em 16 de agosto de 1938. Depois, foi a vez de Brian Jones, um dos membros-fundadores dos Rolling Stones, que faleceu em 3 de julho de 1969. Pouco mais de um ano depois, em 18 de setembro de 1970, Jimi Hendrix foi encontrado morto em um quarto de hotel na Inglaterra, asfixiado com o próprio vômito. Quase um mês depois, em 4 de outubro, Janis Joplin teve uma overdose de heroína e acabou falecendo também.

Dois anos após a morte de Brian Jones, em 3 de julho de 1971, Jim Morrison, vocalista do The Doors foi encontrado na banheira de seu apartamento. Quase 23 anos depois, em 8 de abril de 1994, foi encontrado o corpo de Kurt Cobain, vocalista do Nirvana. Depois de 17 anos, na semana passada foi a vez de Amy Winehouse entrar para o grupo. A cantora foi encontrada sem vida em sua casa, em Londres.

A Wikipedia conta também com uma lista com vários outros artistas que também deixaram este mundo aos 27 anos de idade. O grupo vem aumentando... Quem será a próxima “vítima”?

Fonte e créditos das fotos.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

As crianças e a educação (que elas não tem)

O mundo mudou. Tudo muda e sempre vai mudar... Infelizmente, nem tudo muda para melhor. E um ótimo exemplo disso é a educação das crianças. É cada vez mais comum crianças mal-educadas, sem limites, porque “ah, deixa disso, é só uma criança, não sabe o que está fazendo”, mas essas crianças serão o futuro do país, do mundo.


Quando eu era pequena, as crianças eram educadas. Se os pais falavam “não mexe aqui”, elas não mexiam. Criança não falava palavrão, não batia nos outros. Criança não mandava nos pais, muito pelo contrário, os pais eram quem mandavam nos filhos. Eu cresci na época em que, se você fazia algo errado, tomava umas palmadas. Hoje em dia é proibido, mas convenhamos, tomar um tapinha não mata ninguém!

Não é raro sair na rua e ver crianças chorando sem motivo, gritando, cuspindo e etc. Aí os pais ficam vermelhos de vergonha e dizem “Desculpa, meu filho é um pouco agitado”. Agitado? Isso, para mim, parece falta de educação. E os pais, em vez de darem um jeito na situação, deixam tudo como está e a situação se repete várias outras vezes. O tempo vai passando e a criança vai crescendo sem limites.

Então ela começa ir à escola. Os professores têm o papel de dar a educação que os pais não deram. Mas aí é tarde demais, se a criança não respeita nem os pais, vai respeitar alguém “estranho”? Não. Na escola, ninguém suporta a criança, em casa, muito menos. Quanto maior a criança fica, pior é o seu comportamento. Se alguém não faz suas vontades, ela bate, dá socos, chutes. Vai aprendendo que, ou é do jeito dela, ou não é de jeito nenhum. E os pais - idiotas - sempre fazem tudo o que o filho quer, não sabem que existe uma palavrinha mágica chamada não!

Então a criança se torna um adolescente marrento e incontrolável. A falta de educação não se restringe aos conhecidos. Qualquer um que olhe diferente para ele, já é motivo de arrumar briga e confusão - porque na cabeça sem cérebro deles, eles são os reis do mundo. Pobre coitados.

E aí, o adolescente, jovem mimado, irritante e com o Rei na barriga (como dizem meus pais), se envolve em uma confusão séria e seus pais são chamados. Eles dão um sermão - agora sabemos que eles se arrependeram de não terem educado o filho enquanto era tempo - e o rapaz diz “fodam-se vocês, a vida é minha e eu faço o que bem entender”.

Essa história se repete todo dia, no mundo todo. Eu gostaria apenas que as pessoas abrissem os olhos. Não faz mal nenhum dar educação às crianças. Dar um tapinha não mata ninguém. Dar castigo, muito menos. Todos nós passamos por isso ao menos uma vez na vida, e sobrevivemos. Isso não é maldade, isso é educação!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Morte de famosos e a hipocrisia das pessoas.

“A única certeza que temos na vida é a morte”, já diria o poeta. Infelizmente, chega uma hora em que todos têm de partir, e os famosos não são exceção. Mas, parece que nos últimos anos, eles têm nos deixado cada vez mais cedo.


No último sábado, foi a vez da cantora Amy Winehouse deixar este mundo. Eu nunca fui fã dela, mas reconheço que ela tinha talento. Não a julgarei sobre as drogas, nem farei piadinhas, porque eu tenho respeito, coisa que falta em muita gente nos dias de hoje.

E algo que me irrita muito quando algum famoso morre é a hipocrisia da população. Por quê? Eu explico: Até sexta-feira, a maioria das pessoas dizia que a Amy Winehouse era apenas mais uma drogada e não faria falta se morresse. Então, quando anunciaram sua morte, a maioria das pessoas começou a dizer “coitada, ela era tão jovem, cantava tão bem...”, e aí as pessoas começam a baixar/comprar seus álbuns, ouvem todas as músicas durante o dia todo. E depois de 3 meses, ninguém mais se lembrará dela. Assim como aconteceu com Michael Jackson - que enquanto era vivo era considerado pedófilo, mas depois que morreu todos passaram a reconhecer seu talento -, entre tantos outros.

Não estou dizendo que as pessoas não podem ouvir suas músicas. Mas fingir que gosta do artista só porque a pessoa morreu, é muita hipocrisia! Se você gostava do artista, então por que falava mal dele enquanto ele estava vivo e somente após sua morte passou a ouvir suas músicas e dizer que era fã? Além de que, isso deixa os verdadeiros fãs muito irritados, porque eles sim, gostavam de verdade daquele artista, e eles sim têm o direito de ficarem realmente tristes. Desculpa, mas se você finge ficar triste e ser fã de alguém só porque essa pessoa morreu, você não merece meu respeito.

De qualquer maneira, isso ainda continuará acontecendo enquanto as pessoas não tiverem vergonha na cara, infelizmente. Apesar de tudo, descanse em paz, Amy.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Don't worry, be happy!

Você acorda sorrindo sem um motivo aparente. Você se sente bem consigo mesmo, se sente em paz. De repente, tudo começa a dar certo na sua vida, tudo começa a se encaixar e fazer sentido. Parece que, finalmente, você encontrou a felicidade!


A vida é uma caixinha de surpresas, e dessa vez a surpresa é boa. Ótima, aliás. Você não precisou se esforçar, nem tirar boas notas, apenas o mundo sorriu para você. E se sentir feliz é uma das melhores coisas que existem! Pode reparar que é como um efeito dominó, quando algo de bom acontece, sempre tem outras coisas legais que acontecem na sequência - não importa o que for, pode ser reencontrar aquele amigo que você não vê há anos ou ganhar algo que você queria há tempos.

Ultimamente, Deus olhou para baixo e lembrou-se de mim. Depois de tudo que passei há algum tempo atrás, finalmente as coisas estão dando certo. Como diz aquela velha frase “Se for crise, que continue...”. E eu só tenho a agradecer a tudo e a todos que contribuíram para isso. Do fundo do meu coração, meu mais sincero muito obrigada!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Filmes de Terror

Supostamente, eles são assustadores. Cheios de clichês, seriais killers gritos e muito sangue, os filmes de terror são amados por muitos e odiados por tantos. E eu, particularmente, adoro tudo isso.


Até algum tempo atrás, eu não assistia muitos filmes, confesso. Mas depois que se vicia em alguma coisa, é difícil parar. De qualquer maneira, mesmo que eu visse poucos filmes, geralmente eram filmes de terror (e/ou suspense, horror).

Como disse no começo do post, esses filmes são cheios de clichês (por exemplo: há um grupo de 5 a 10 pessoas, e misteriosamente elas vão desaparecendo - e morrendo - uma a uma, até o “herói” ser o único a sobreviver), e muitas vezes as histórias são bem parecidas, muda-se apenas os personagens e o local onde tudo acontece. Alguns desses filmes chegam a ser engraçados, ao menos para mim.

Algumas pessoas me perguntam como eu consigo gostar desse gênero de filme, com sangue, mortes, espíritos e não de filmes românticos, com casaizinhos apaixonados e a vadia loira que tenta impedir os dois de ficarem juntos e etc. E é justamente por isso, os clichês de filme de terror me fazem rir, os clichês de filmes românticos, as patricinhas mimadas e as vozes irritantes me fazem ter vontade de dar um tiro em quem fez o filme.

De qualquer maneira, sempre há um diferencial que me faz gostar de cada filme que vejo (salvo poucas exceções). Dos últimos dois, três anos para cá, foram lançados filmes que, na minha opinião, são excelentes, como Alma Perdida (The Unborn), Arraste-me Para o Inferno (Drag Me To Hell) A Escolhida (Choose), entre outros.

Essas são as minhas dicas, espero que gostem. Se alguém tiver alguma dica de filme, deixe nos comentários, ok? Até mais.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O Primeiro Emprego

A maioria dos adolescentes, a partir dos 15, 16 anos, quer começar a trabalhar, ganhar seu próprio dinheiro e parar de depender dos pais. Mas conseguir um emprego não é algo nada fácil.


Há muita complicação para se conseguir um emprego. Você precisa ter determinada idade, precisa de tanto tempo disponível, para alguns trabalhos precisa ser homem, para outros, mulher. E o principal: você precisa ter experiência.

Desde que eu comecei a procurar emprego, não há palavra que eu odeie mais do que experiência. Porque em qualquer lugar, só contratam se tiver experiência profissional. Alô, eu estou procurando o primeiro emprego, como vou ter experiência em algo, se não me dão a chance de trabalhar? E aí vem aquela velha história: Como conseguir um emprego sem experiência, e como conseguir experiência sem um emprego?

Muitas pessoas recorrem ao CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), na esperança de conseguir qualquer coisa, mesmo com um salário mínimo. Algumas pessoas conseguem, mas outras (como eu), têm cadastro por anos e anos, e sequer conseguem uma entrevista.

De qualquer maneira, a luta continua... Mais cedo ou mais tarde eu conseguirei encontrar um emprego, é só não desistir quando eu receber um “não”, como diz o meu pai. Porque, aliás, ficar em casa o dia todo não ajuda em nada.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Onde estão as ditas “Amizades eternas”?

Aposto que você já teve um amigo inseparável na infância. Algumas poucas pessoas conseguiram manter esse amigo inseparável quando se tornaram adultos, mas a maioria das pessoas infelizmente, não. Não importa o motivo: mudança de casa, escola, cidade - a promessa de não deixar a amizade morrer quase sempre falha - ou simplesmente a amizade acabou sem razão. Aconteceu comigo, aconteceu com você, e não somos os únicos.


Essa “separação” de quem julgávamos estar ali para sempre dói. E muito. Mas algo além disso que não consigo entender, principalmente quanto aos dias atuais - me refiro às amizades de agora. Você conhece pessoas, se torna amiga delas, vocês passam por ótimos momentos juntos e confiam uns nos outros. Independente se for uma amizade de somente duas pessoas ou de um grupo maior, porém tão unido quanto os dois “melhores amigos”. Mas, de repente, você percebe que algo mudou, algo está errado. Em um dia vocês estão juntos, conversando, rindo, como sempre. Porém, sem motivo algum, vocês começam a se afastar.


Quando você precisa de um ombro amigo, não encontra ninguém. Você passa pelo seu “amigo” na rua e ele te dá um oi seco, ou então finge que não te viu. Não é paranóia sua, algo realmente aconteceu e você não sabe o quê. Vocês vão se distanciando mais e mais. Game over. Até que, finalmente, um dia você descobre que aquela pessoa não era tão confiável quanto você julgava ser.

Mesmo aquelas pessoas que dizem não se importar, se importam, eu sei. Porque ninguém vive sem amigos. Mesmo que digam que a amizade do fulano não faz falta, eles sentem saudade. Pensam nos momentos, meses, anos de “amizade” e não entendem por que isso aconteceu. Ninguém nunca entendeu, ninguém nunca irá entender.

Tudo nos dias de hoje mudou, inclusive as amizades. Gente falsa e interesseira existe em qualquer lugar, e parece que, desta vez, você foi o escolhido por essas pessoas. Eles juram serem amigos eternamente, aproveitam o máximo que podem, e então escolhem outro alvo, apagando você da vida deles. E a vida segue assim. Podemos nos magoar, podemos sentir falta de momentos que sabemos que não irão voltar, mas o ciclo acaba se repetindo.

Mas, felizmente, existem pessoas que ainda acreditam no valor de uma amizade. Que sabem o quanto é importante ter alguém em quem confiar, além da família. E um dia, encontramos uma pessoa que, não importa quando, onde ou por quê, vai sempre estar ali. Podemos não ter a sorte de quem encontrou esse amigo durante a infância, mas finalmente conseguimos encontrar um amigo que realmente é pra sempre. E essa amizade sim, vale a pena ser lembrada.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Campanha do Agasalho 2011

O inverno “chegou chegando”, como dizem por aí, e segundo minha mãe, o inverno não era tão forte assim há uns 15 ou 20 anos. Tudo bem pra você, que está aí, no conforto de sua casa, com roupas quentinhas e ar quente... Mas e quem não tem nada disso?

  

A Campanha do Agasalho teve início em 1947, no estado de São Paulo, pelo seu então governador Ademar Pereira de Barros e tem como objetivo arrecadar roupas e cobertores para doar às pessoas pobres e entidades assistenciais. A Campanha se espalhou pelo Brasil, e hoje em dia, você pode encontrar um ponto de doação em praticamente qualquer lugar.

Por que você não ajuda as pessoas que estão precisando? Aquele seu casaco que, infelizmente não cabe mais em você, ou aquele cobertor que você não usa porque já tem outro, que tal doá-los para alguém que realmente nessecita? Arrume seu guarda-roupa, tire as peças que você não necessita mais, e faça o bem a alguém.

Se você não encontrar um ponto de doação, ou não sabe quais são os pontos, você pode ligar para a Coordenadoria Regional da Defesa Civil (Redec). Aqui no Rio Grande do Sul, existem 11 Coordenadorias, e abaixo seguem os endereços e telefones para contato:

Redec 01 - Porto Alegre
Praça Mal. Deodoro S/N - Palácio Piratini - 4º Andar - (51)3210-4501 

Redec 02 - Passo Fundo
Av. Presidente Vargas nº 1501 (quartel do 3º RPMon) - (54)3313-0198

Redec 03 - Santa Maria
Rua Pinto Bandeira nº 360 (quartel do Comando Regional) - (55)3286-1694

Redec 04 - Pelotas
Av. Bento Gonçalves nº 3207 - (quartel do 4º BPM) - (53)3278-2393

Redec 05 - Santo Ângelo
ERS-344 Km 97 - (quartel do Comando Regional) - (55)3313-8048

Redec 06 - Santana do Livramento
Rua Cel Ângelo Mello nº 747 - (quartel Corpo de Bombeiros) - (55)3244-4403

Redec 07 - São Luiz Gonzaga
Rua 13 de Maio nº 929 - (55)3352-2856

Redec 08 - Imbé
Rua Irai nº 901 - (51)3627-3214

Redec 09 - Caxias do Sul
Rua 20 de Setembro nº 2533 - (quartel Corpo de Bombeiros) - (54)3215-5766

Redec 10 - Uruguaiana
Av. Presidente Vargas nº 3278 - (55)3411-2082

Redec 11 - Lajeado
Av Benjamin Constant nº 3045

Fonte

terça-feira, 5 de julho de 2011

Criatividade

Você decide escrever um texto sobre determinado assunto, ou uma história em si, ou qualquer coisa que lhe pareça interessante. Você pensa, pensa, pensa... E nada bom vem à mente. Você muda de assunto e escreve um texto - que, por sua vez, fica uma porcaria. Você já está quase desistindo quando, de repente, surge uma luz no fim do túnel e você consegue escrever seu texto sem grande esforço, ele sai livremente através de seus dedos.



Quem escreve, sabe muito bem do que eu estou falando. Quando queremos escrever, mas não conseguimos, é algo muito ruim. É como você tentar dizer a alguém que a ama, mas sem saber como. E a criatividade é algo essencial. Podemos estar “travados” mas, do nada, qualquer coisa pode nos trazer uma inspiração (qualquer coisa mesmo, pode ser desde o toque do seu celular até a propaganda do novo sabão em pó na televisão).

Eu escrevo há uns 3 anos, e já passei por essa situação diversas vezes. E foi justamente um bloqueio, uma indecisão sobre o que escrever, que me fez pensar sobre isso - e que irônico, meu bloqueio acabou me rendendo este post.

Se você está começando a escrever agora, não se assuste, não pense que não tem capacidade, porque momentos assim acontecem com todo mundo, inclusive com escritores renomados. Não é culpa de ninguém, às  vezes você apenas não está inspirado o suficiente, ou não está conseguindo se concentrar em determinado assunto.

Enfim, um escritor com bloqueio de criatividade é algo que sempre existiu e sempre irá existir. Não dá para prever, mas dá para contornar a situação. Se isso acontecer com você, saia da frente do computador, tome uma água, um café, veja um pouco de televisão... A qualquer momento sua criatividade virá, e o texto sairá praticamente pronto da sua cabeça.

Créditos da foto: Weheartit.com

terça-feira, 28 de junho de 2011

A eterna busca pelo “corpo perfeito”

Todo o mundo sabe que a maioria das mulheres nunca está satisfeita com seu corpo - seja ele completamente natural ou já tenha sofrido algumas modificações - elas sempre querem algo a mais. Pra quê tudo isso?


Se nascemos com o corpo “assim ou assado”, por que querer ser diferente quando, na maioria das vezes, você já tem um corpo bonito? Eu entendo que em certas ocasiões realmente são necessárias mudanças, mas na maioria dos casos, é apenas por pura vaidade, mesmo que já tenham um corpo que cause inveja a muitas garotas.

Não me refiro somente à beleza, mas também à altura, corpo, cabelos e etc. Eu demorei muito tempo para entender e aceitar, mas hoje admito com orgulho que sou baixinha e que tenho cabelos cacheados, mesmo que a sociedade tente impor que o “padrão” seja uma mulher mais ou menos alta, com cabelos lisos. Padrão de quê? Quem impôs que deve ser assim?

As pessoas não deveriam pensar nesse suposto padrão idiota, e aceitar que são diferentes. Afinal, se fossemos todos iguais, o mundo não teria graça! Até porque, de nada adianta botar silicone aqui e ali, se entupir de botox, fazer cirurgia pra corrigir não sei o quê se, falando bem a verdade, todos nós iremos morrer e o corpo que você sempre lutou para deixar perfeito, será comido por vermes.

Sem falar nos exageros, pessoas que de tanto mudarem o corpo, acabam se deformando. Um exemplo clássico é a socialite Jocelyn Wildenstein - por nome você pode até não conhecê-la, mas vendo sua foto, saberá de quem estou falando. Ela já gastou mais de 4 milhões de dólares em cirurgias plásticas. E sinceramente, todo esse dinheiro foi praticamente jogado no lixo, pois ela era mais bonita antigamente...

Jocelyn Wildenstein - antes e depois
Você não acha ridículo como a exagerada busca pela perfeição acaba tornando as pessoas escravas da vaidade? Se cuidar, usar um aparelho ortodôntico para corrigir erros na dentição, fazer exercícios físicos, é uma coisa, agora, ser escrava de dietas e de cirurgiões plásticos porque nunca acha que está bom o suficiente, é algo bem diferente.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Inverno

Na teoria, o inverno começou às 14:16 de ontem, dia 21 de junho. Mas na prática, ele já chegou aqui no sul brasileiro há um tempo (como sempre). De qualquer maneira: seja bem-vindo, SEU LINDO!


Mesmo que no Brasil o inverno não seja tão frio, aqui no sul a história é diferente. Aqui é frio de verdade. As temperaturas, muitas vezes, ficam entre 0º e 5º, e às vezes até negativas! Não é nada comparado ao inverno europeu, que chega a -15º, -20º e nevar, mas com certeza é muito frio se comparado ao infernal verão de quase 40º (o qual eu odeio).

Sempre amei o inverno. Eu até brinco que é por causa que nasci em julho, geralmente o mês mais frio de todo o inverno. Quem sabe seja por isso mesmo, mas fato é que eu simplesmente adoro o frio e toda a elegância que ele traz consigo.


A maioria das pessoas o odeia e só vê seu lado negativo, como ficar doente com mais facilidade, a dificuldade para tomar banho, vestir várias roupas para se sentir aquecido. Pena que elas não percebem seu lado maravilhoso: tomar um bom chocolate quente, um vinho, sentar-se próximo à lareira, ficar deitado embaixo do edredom vendo um filme. Na verdade, acho que brasileiro reclama do frio porque é ruim ir pra rua de madrugada encher a cara com o mínimo de roupa possível. Pronto, falei.

Convenhamos que o inverno tem uma espécie de charme que as outras estações não possuem. As pessoas parecem mais bonitas no inverno. As roupas nos deixam um pouco mais... Chiques, de certa forma, e o ar fica com uma cara um tanto européia.

Espero que, um dia, a maioria das pessoas pare de implicância com a estação mais linda do ano e aceitem que possam se considerar elegantes mesmo com blusas de gola e sobretudo. E que, além de tudo, vejam os pontos positivos por trás dos pontos negativos do inverno... Para finalizar o post, deixo uma imagem em homenagem aos meu conterrâneos sulistas (o texto refere-se aos gaúchos, mas catarinenses e paranaenses sintam-se homenageados também)


Crédito das Fotos: Weheartit.com

segunda-feira, 20 de junho de 2011

R.I.P. Ryan Dunn


Ryan Dunn, conhecido mundialmente conhecido por fazer parte da série Jackass, sofreu um acidente de carro nessa madrugada e, infelizmente, faleceu. O carro aonde ele estava, pegou fogo após a batida, e nem ele, nem a outra pessoa que o acompanhava (ainda não identificada) resistiram. Momentos antes do acidente, ele postou em seu twitter uma foto aonde aparecia bebendo com amigos. Segundo a polícia, era Ryan quem dirigia no momento do acidente, e que o excesso de velocidade poderia ter causado a batida.

Foto que Ryan publicou no Twitter
Johnny Knoxville,  um dos fundadores de Jackass, comentou sobre o acidente do amigo em seu twitter: Today I lost my brother Ryan Dunn. My heart goes out to his family and his beloved Angie. RIP Ryan, I love you buddy.” (Hoje eu perdi meu irmão, Ryan Dunn. Meus sentimentos à sua família e sua amada Angie. Descanse em paz Ryan, eu te amo, cara).

O que sobrou do carro de Ryan Dunn
Eu, como uma fã de Jackass, confesso que fiquei muito abalada quando soube, agora há pouco. Quando alguém que você gosta (mesmo que seja um famoso que você goste do trabalho) morre assim, de repente, é algo que nos choca, porque ninguém espera que isso vá acontecer. Desejo ao pessoal do Jackass e à família de Ryan muita força para enfrentar esse momento difícil. Descanse em paz, Ryan, você sempre será lembrado por nós.

Créditos das fotos

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Livros



Desde criança, sempre fui apaixonada por livros. Comecei com gibis da Turma da Mônica - tenho uma bela coleção deles - e depois fui evoluindo. Por volta de 12, 13 anos, gostava de livros em forma de diários, que contavam a história dos personagens através dos próprios. Nunca fui fã de Harry Potter, não tenho nada contra quem gosta, mas esse tipo de literatura nunca me chamou a atenção.

Conforme fui crescendo, fui mudando meus gostos literários. Li tantos livros que já perdi a conta (todos os listados no meu perfil do Skoob não são nem metade de tudo que já li). Lembro-me que adorava passar o recreio na biblioteca da minha antiga escola; aquilo era o paraíso para mim. Às vezes, pegava um livro, sentava no chão e o lia nos minutos de intervalo.

Muitas pessoas assistem muitos filmes, mas eu prefiro livros. Para mim, não há nada melhor do que pegar um livro, sentar confortavelmente e viajar na história. E tem que ser livros de verdade, preciso sentir a forma, o tamanho (gosto de livros grandes, com muitas páginas e vários detalhes)... E-book não é comigo, já tentei, mas ler através de uma tela me dá dor de cabeça.

Ultimamente tenho lido os livros do Dan Brown e fiquei encantada pelo seu modo de escrever. Porém, há muitos anos, tenho como escritor favorito o brasileiro Paulo Coelho - tanto que meu namorado me deu sua biografia. Sei que muitas pessoas aqui no Brasil o odeiam e odeiam seus livros, dizem milhares de coisas contra ele, mas independente do que me falarem, continuarei lendo seus livros, pois é algo que gosto, e não obrigo ninguém a gostar também...

Enfim, livros são uma ótima companhia, e além disso, nos ajudam a melhorar nosso vocabulário. Se você não tem o que fazer e nem aonde ir, dê uma chance àquele livro que está na estante - ou vá a uma biblioteca e escolha algum livro de sua preferência, se não os tiver em casa. Garanto que você não se arrependerá!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cachorros, filhotes e etc.

Existe algum animal mais bonito, fofo, amigo, do que um cachorro? Eu acho que não. Quando filhotes, são adoráveis, e brincar com eles é uma distração maravilhosa. Depois de crescidos, continuam lindos, e são uma companhia inseparável.

 
Vai dizer que você não soltou um “anw” com essa foto?





Eu tenho um cachorro desde 2006, e não imagino mais como seria a vida aqui em casa sem ele. Logo quando ele veio para cá, meu pai sofreu um acidente e ficou em casa por muito tempo. Quando meu pai voltou a trabalhar, nosso cachorro ficava quieto, não brincava, não latia, sequer comia... Mas bastava meu pai chegar em casa para ele fazer uma festa; corria, pulava, fazia de tudo, parece que queria dizer o quanto sentia falta do meu pai. Eu acho lindo como isso acontece, nosso cachorro é muito apegado ao meu pai, e meu pai, por sua vez, ama nosso cachorro. (eu até brinco que ele prefere nosso cachorro a mim, que sou sua filha haha brincadeira pai, te amo!)

Mas uma coisa que não consigo entender é como existem pessoas que sentem prazer em maltratar esses bichinhos inocentes (não só cachorros, mas qualquer animal)? Há algum tempo surgiu na internet um vídeo de uma garota jogando filhotes num rio. Confesso que meu sangue ferveu e tive vontade de fazer o mesmo com ela e com seus familiares. Se você não gosta de animais, não precisa maltratá-los. Existem diversas formas de divertimento, e machucar animais não é nem um pouco engraçado! Você conseguiria fazer mal a um animal como os da foto acima? Se você respondeu que sim, você não tem coração. Não desejo mal a ninguém, mas pessoas que têm esse tipo de comportamento não merecem viver.

Créditos das fotos: Weheartit.com

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Paciência é Bom... E eu não tenho!

“Respira fundo. Conta até dez. Não vale a pena se irritar por causa disso.” Já repeti isso mais de dez vezes, mas a situação está saindo do controle e meu limite está chegando ao fim em 5, 4, 3, 2, 1...


Mesmo que não pareça, sempre fui uma pessoa “estourada”, dessas que não levam desaforo para casa - isso está no sangue e não dá para negar. Tudo piorou depois que sofri bullying na escola. Passei a não aceitar nenhum tipo de brincadeira sequer. Qualquer coisa era motivo para eu fechar a cara (o que piorava cada vez mais as “brincadeiras”).

Com o tempo, as coisas foram mudando um pouco, passei a me controlar mais, tentar deixar quieto até onde o meu limite aguentava. No começo, confesso que não demorava muito para me irritar, mas aos poucos fui ficando mais calma e tendo paciência. Mas sempre chega um dia que não consigo me controlar e “expolodo”. (Coitado do meu namorado, que aguenta meus surtos... Te amo, e muito obrigada!)

A minha pior fase é, sem dúvidas, a TPM. Quando algo me tira do sério (o que não demora muito a acontecer nessa época), eu saio de mim. Choro, grito, jogo toda a minha raiva para fora. E como uma clássica canceriana que sou, quando passa, me arrependo (e aí choro outra vez, com raiva de mim por ter feito tudo isso). Às vezes nem eu me aguento...

Eu fico impressionada com a paciência de algumas pessoas. O mundo pode estar acabando e elas continuam  calmas. Eu adoraria poder ser assim, de verdade. Minha vida seria tão melhor se, em vez de querer pegar alguém pelo pescoço, apenas deixar passar. Mas não perco as esperanças de um dia ser uma pessoa zen.

Créditos da foto: Weheartit.com

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sobre o que não volta.

Bonecas, carrinhos, brincar na rua até o anoitecer com seus vizinhos. Não ter preocupações, chorar sem medo ao machucar o joelho... Isso fez parte da minha infância e da infância de um monte de gente. Pena que tudo ficou lá no passado e não volta mais.



Eu faço parte da última geração que nasceu em “1900 e alguma coisa”. Faço parte da (provavelmente) última geração que teve uma infância de verdade. E eu me orgulho em dizer isso, não há motivos para sentir vergonha de ter sido uma criança “normal”, que fazia coisas “nomais” de criança: brincar, correr, sentir medo, ser feliz.

Há alguns dias, o NãoSalvo fez um post que (como o próprio Cid disse), me fez sentir velha em apenas um clique. Foi bom rever coisas que marcaram a minha infância, senti aquela sensação de nostalgia vindo, mas aí percebi que o tempo passou rápido demais. Como eu comentei lá, me senti uma velha, mesmo estando prestes a completar 18 anos...

Hoje em dia as coisas mudaram muito, infelizmente. Crianças não desejam serem tratadas como tal. Meninas preferem passar dias em salão de beleza se maquiando, fazendo as unhas, para ficarem bonitas. Meninos preferem andar em bandos, fazendo pose e pagando de machinho, sendo que não sabem nem escovar os dentes direito. E pior do que as crianças, são seus pais que os incentivam a se comportarem assim. Eu realmente não entendo o porquê disso tudo. A infância é a parte mais linda da vida, ela não deveria ser estragada desse jeito, forçando as crianças a entrarem cada vez mais cedo no mundo dos adultos.

Eu confesso que sinto muita falta da minha infância. Não me arrependo de ter crescido (até porque crescer é algo inevitável), continuo sendo feliz apesar de tudo mas, se pudesse, voltaria no tempo e faria melhor. Se eu soubesse que o mundo ficaria do jeito que está, teria brincado mais, teria chorado mais, tentaria ter sido mais feliz do que fui. Não trocaria todos os brinquedos que tive por nenhum aparelho tecnológico - tão pedido hoje por crianças que não sabem nem ler e escrever.

Para finalizar o post, deixo uma imagem que mostra a realidade. Na sua opinião, quem será que teve uma infância mais feliz?

Criança dos anos 90: Satisfeita com seus brinquedos. Criança dos dias de hoje: quer sempre mais e mais.

Créditos das fotos: Weheartit.com