terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Adeus, ano velho!

Mais um ano que se despede. Mais 365 que passaram pelos nossos dedos, tão rápido, mas ao mesmo tempo, tão devagar. Dias bons, dias ruins, dias que transformaram, pelos menos um pouco, nossas vidas.


Deste 2013, só tenho a agradecer. Em relação a 2012, foi um ano muito, muito melhor. Claro que nem todos os meus 365 dias foram lindos, mas aprendi uma coisa muito importante, que está escrito na imagem acima. Coisas que eu queria muito, desesperadamente no começo do ano, e que só consegui realizar agora, me fizeram acreditar naquela frase: “As coisas não acontecem quando nós queremos, mas sim quando tem que acontecer”.

Aprendi a ser paciente, a esperar. Aprendi, acima de tudo, a agradecer. Pela minha família, pelos meus amigos, pela minha vida. Posso dizer que 2013 foi um divisor de águas, um dos melhores anos que tive, apesar de seus altos e baixos. E é com alegria que viro mais esta página, esperando que 2014 seja tão bom quanto esse ano que se encerra.

Que todos nós consigamos realizar nossos objetivos no ano que se aproxima - e não falo da "Lista de coisas para fazer em 2014" que ninguém consegue completar. Me refiro a objetivos realmente alcançáveis, coisas que nos mudem dia a dia, com pequenas atitudes.

Ao ano que se despede: Muito obrigada! Consegui superar minhas expectativas e realizar alguns objetivos que, até então, pareciam impossíveis. Sei que Deus lá em cima está olhando por nós sempre, e agradeço todos os dias pela oportunidade de melhorar minha vida e a dos outros também.

E que venha 2014! Feliz Ano Novo!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Modinhas

Um dia, lá estava eu, indo para casa e pensando nos trabalhos e provas da faculdade, quando de repente ouço a seguinte frase “Eu não sigo modinha, isso é coisa de gente sem personalidade”. Quando olhei para o lado, vi o autor da frase: Um guri de, no máximo, 14 anos, usando moletom da GAP, um gorro na cabeça e vestido igual aos seus amiguinhos - que davam risada da afirmação.



Estranho ouvir uma frase dessa vindo de um grupo aonde todos se vestiam da mesma maneira, e também do mesmo modo com que metade da cidade se veste ultimamente. Na minha humilde opinião, isso é modinha.

Apesar do meu pré-julgamento, é muito difícil acreditar que aquele guri, e também o seu grupo, não siga modinhas. É meio contraditório, até. Possivelmente, há uns dois anos, eles deviam vestir calças e tênis coloridos porque era a moda do happy rock.

Eu sei que isso não é da minha conta, e não me importa o modo como aquele pessoal se veste ou qual música ouve. Apenas achei meio confuso o guri afirmar que não seguia a tal da modinha, sendo que faz parte de milhares de pessoas que também "não seguem modinhas" e agem igual a metade da cidade.

Bom, quanto a mim, vou continuar me preocupando com as provas e trabalhos da faculdade, enquanto caminho pela cidade vendo e ouvindo coisas vindas de guris de 14 anos que se acham as pessoas mais experientes do mundo. Só me resta rir mesmo.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Tempo, tempo, tempo... Desapareça!



Tempo. Ah, o tempo. Segundo nosso querido amigo Aurélio, o Dicionário, tempo significa “Medida de duração dos fenômenos; duração limitada; prazo; estado da atmosfera”, entre outras coisas.

Tempo, uma palavra tão curta com um poder enorme. No mundo moderno em que vivemos, o tempo é quem comanda tudo. As pessoas estão sempre correndo contra o tempo, sempre controlando o tempo, vendo quanto tempo livre tem.

As pessoas contam os minutos, as horas, os dias. Sempre. Seja para o fim do mês, para alguma data importante ou para o final de semana. Ah, o final de semana! Um dia, ou dois, de descanso, de lazer. A semana passa rápido, e o fim de semana, mais rápido ainda.

Quando estamos cheios de tarefas, 24 horas em um dia parece pouquíssimo tempo. Quando estamos de férias, por vezes nos sentimos entediados, mas quando nosso tempo livre se vai, ficamos com a impressão de que passou muito rápido, que não foi o suficiente.

Já dizia Mário Quintana em seu poema O Tempo:  

“Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...” 

sábado, 25 de maio de 2013

Devaneios

É um dia normal. Você está bem, nada fora do comum. E então, de repente, alguma coisa acontece, alguém te fala algo, ou você simplesmente começa a pensar coisas que não deveria - porque não demonstram a realidade, são só um medo irracional. Pronto. Seu dia se transformou no caos, você se sente a pior pessoa do mundo, sem motivo aparente. Você se sente desamparado, humilhado, quer fugir para algum lugar seguro, aonde ninguém saiba quem você é, nem do que você sente medo.



Mas, o pior medo é não saber por que isso te deixa assim. É o medo de estar enlouquecendo, porque você sabe que alguma coisa dentro de si não está certa. Você só não sabe o que é. Aí vem aquela pressão no peito, a vontade de chorar, aquela pontada de dor física que acalma um pouco a dor emocional. E mais uma vez, você não entende por que tudo isso acontece. Mesmo que você tenha uma vida feliz, sem motivos para grandes preocupações, uma hora ou outra, esse sentimento ruim toma conta de você.

Essa sensação pode ser passageira, durar alguns minutos, horas, ou se estender pelo dia. E da mesma maneira com que chega, ela vai embora, sem aviso prévio. Geralmente ela se vai depois que as lágrimas e os soluços tomam conta do seu rosto. E de novo você pensa “Por que isso está acontecendo comigo?”, a única coisa que você precisa (e quer desesperadamente) é ajuda para superar isso.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Respeito é bom e blábláblá

Agora há pouco, postei em meu perfil do Facebook um print sobre o show do Luan Santana, que irá acontecer na minha cidade hoje. Não vou explicar o motivo, porque a imagem é auto-explicativa:

Para ver a imagem em tamanho normal, clique aqui.

Uma certa pessoa, que deve ter faltado às aulas de interpretação textual, se ofendeu e fez um post indiretamente endereçado a mim, dizendo que cada pessoa tem seu gosto, respeito é bom e todos devem ser respeitados. Concordo com ela, mas em momento algum eu ofendi o Luan Santana ou seus fãs. Eu apenas postei a foto. Minha reação ao ler esse comentário? Rir.

O estilo de música que eu gosto (rock e seus derivados) é mal-falado como “música do capeta”, “coisa de gente drogada”, entre outros, e eu nunca me ofendi por isso. Eu sei que todos querem respeito, mas em primeiro lugar é preciso respeitar o gosto alheio.

O por quê da agressão gratuita? Eu juro que não sei. Não xinguei, não desmoralizei e não ofendi ninguém. Apenas achei que o assassinato da língua portuguesa na foto deveria ser compartilhado. Enfim, se você também se sentiu ofendido, venha falar diretamente para mim em vez de fazer um comentário no facebook. Garanto que não vai doer, talvez eu só irei rir da sua cara.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O preço de uma vida


Mais de 230 pessoas perderam a vida em Santa Maria (RS), na madrugada do dia 27 de janeiro. Em sua grande maioria, universitários. Jovens que estavam começando a vida. Jovens que estavam começando a faculdade, jovens que estavam a alguns meses da formatura, com os preparativos quase prontos... Sonhos que se perderam em minutos.



Nunca tinha me abalado ao saber de tragédias, mas dessa vez foi impossível não sentir uma dor no coração quando soube. Poderia ser comigo ou algum parente/amigo. Graças a Deus, não conhecia nenhuma daquelas pessoas. Mas amigos meus conheciam, e compartilhei com eles a tristeza.

O estado inteiro sentiu a dor, mais do que nunca fomos companheiros, abraçamos e sofremos juntos, mesmo sem conhecer. Sábia atitude de cancelarem eventos, como o Campeonato Gaúcho, Planeta Atlântida, entre outros. Não há - e não haverá, por algum tempo - nenhum clima para festas e comemorações.

E mesmo assim, ainda tem gente sem coração nem escrúpulos, que fez piada com a dor alheia. Acho que esse tipo de gente nunca passou pela dor que é perder alguém de sua convivência, ainda mais de uma maneira tão inesperada. Não desejo que aconteça, mas eles aprenderiam a não rir do sofrimento dos outros.

A vida jamais será a mesma para os familiares e amigos dessas pessoas, infelizmente não é possível voltar no tempo e mudar o que aconteceu, mas como na maioria das vezes, é preciso acontecer algo dessa proporção, para que medidas sejam tomadas e evitar novos desastres. E eu realmente espero que os governantes, donos de casas noturnas e afins tomem as providências necessárias.

Às família enlutadas: Eu realmente sinto muito e desejo que todas as vítimas descansem em paz.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Resoluções de um Ano Novo

Começar a academia - e continuar, ler mais livros, ser mais paciente... Essas e várias resoluções de ano novo aparecem a cada janeiro - desaparecendo logo antes do início de março. Conversa fiada. Em vez de fazer resoluções, planos e projetos que vocês sabem que não vão cumprir, por que não fazer algo que torne seu ano realmente importante?



Não me refiro a fazer algo grandioso, pequenas ações também contam. Mas não adianta fazer alguma coisa esperando algo em troca. Você precisa querer mudar, querer que essa mudança signifique algo na sua vida.

Nunca fiz resoluções a cada virada de ano. Não preciso me programar para algo que não sei como será. Cada dia é diferente, e um segundo pode ser decisivo. Como dizem por aí: “Ninguém sabe o dia de amanhã”, então, para quê fazer planos se não temos certeza do que vai acontecer?

Pensando bem, tenho uma resolução para 2013 (e para todos os próximos anos): Viver, apenas. Deixar que a vida tome seu rumo sem me programar, fazer as coisas que acho certo, e tentar ao máximo, ser feliz. Sem clichês, sem frases feitas. E um feliz 2013 para todos!